Balada Embalada em Badaladas Ensandecida, grito e murmuro, mudamente, Da Quimera, Arúspice passível, que sente Um freio na garganta e os turbilhões da mente... Tanto tempo triste tento te ter, Um abraço vivo de mulher pra mulher, Mimo afável nos envolvendo em Éter, Enquanto a alvorada passeia seus Dedos rosas em nossas faces, céus, Águas, terras, flores em coliseus, Meus genuínos átimos palpitam a você, Infinistantes que dissipam o agridoce, Apenas a doce vida que nos socorre, Um templo, um choro, um cuidado, um ponto curvado No topo do minarete, tremeluzo e agrado, Na lauta linha do horizonte varando um abalo, Epifaniando o Cosmos em ocultos devaneios, Figura amodal, vital, rápida, que completas recebemos, Ecoa o plasma cenocibítico que oscila ou mais ou menos, Eclosões pandemônicas, contíguos ócios, Acolhendo a Violeta do Arco-Íris pródigo; E meu violão dourado, empoeirado e órfico, Voga em saudades bacantes, contigo quer cantar, Dedilhação terna, arquejando um pouco do mar, Acustica...