Forró
Forró
Sandálias de cristal
Servidas prum animal
Sapatênis brutal
Pisa no pantanal
Devo ser palhaça, pois uso um sapatão
Se apertarem o meu nariz, faz fon fon
Sapatilho, eu caio de cara no chão
Tanto barulho e eu nada escuto
Com certeza obra de Corazon
Sapatos de couro
Rude como touro
As botas de ouro
Abafam o choro
Tanto choro que alagou o meu quarto
Não dá pra ouvir nada que vem de lá
Sereias infestaram, festa num parto
Pobre prole, é lançada de lá pra cá
Não tem paz, não tem calma
Festa toda hora
Dançam na sua palma
Abra essa porta
Comentários
Postar um comentário